O amor

Acho que amor não é quando a gente se apaixona. Tantas paixões acabam antes de amar. Tantos amores nascem e terminam sem se apaixonar.

O amor machuca e preocupa, o amor põe culpa, pesa na consciência, o amor cobra muito, pede muito, tira o sono e a fome de quem ama.
Amar dói.

Não amo todos de quem eu gosto, nem gosto de todos a quem eu amo. E tudo bem.
Mas quando eu amo, Deus me livre, eu amo mesmo, de ficar doente de ciúmes, de chorar junto quando a pessoa amada está sofrendo, de ficar extremamente mal só de pensar em maltratar o amado, por mais que ele peça e às vezes até mereça.

Amor faz mal.
E bem. Que bem… Muito bem!
Bem de deixar o dia bom de ouvir a viz ao telefone. Bem de sorrir pra vida com o sorriso do amado, ainda que ele esteja rindo da sua cara.

O amor é ruim. E bom.
Ele não tem meio termo, não existe meio-amor. Ele é possessivo, exigente, rígido e ciumento.
E é bom. Ele existe porque existe, sem mas ou talvez. E existindo, dá à vida aquela sensação de… de… de amor. Do que mais?

Prefiro evitar me deixar amar.
Prefiro morrer do que não amar!

Morrer sem amar é acidente de percurso.
Matar o amor é acidente de caráter.

Ah, o amor…
Grande filho da p…!

Coisas

Aí saindo do meu trabalho incrível, usando o meu sapato caro, puta da vida porque o ônibus estava demorando e eu me atrasaria pra manicure, deparei-me com uma cena diferente.
No bairro rico onde eu trabalho, bem no meio da rua, um senhor de uns 50 anos, completamente bêbado, cheirando mal, sem rumo e sem brilho nos olhos, estava gritando com todo mundo que passava, ofendendo todos os homens que via pelo caminho. Não combinou com as cores bonitas da tarde de sexta.

E quando o ônibus chegou, uma senhora vestindo trapos, cheirando mal e com cara de necessidade saiu dele pela porta da frente. Deu aquele sorriso pobre, que dão as pessoas que não tem nada na vida além da roupa do corpo, e saiu andando devagar, mancando, rumo a algum lugar que eu provavelmente nunca vou conhecer.

E ao ouvir dois muleques com brinco no nariz tirando sarro dela, senti uma vergonha profunda. Não vergonha alheia, mas vergonha de mim mesma, por todas as vezes em que pensei que era melhor que alguém.

Minha cabeça voou longe e lembrei da minha amiga que vai pra faculdade com uma Louis Vuitton.
Engraçado, né?

A moça do ônibus e o cara gritando fazem parte da mesma humanidade que os muleques, eu, você e aminha amiga fazemos, e nem em sonho esse grupo eclético dividiria a mesma mesa no jantar.

Fiquei triste.

Mas depois passou.

E, de novo, fiquei com vergonha de mim mesma por ter deixado essa tristeza passar.
Ela não pode passar.
Nunca deve passar…

Confession of a Lovaholic

You look at him. He looks back at you. You both smile. You both look down.

There’s when you know that you’re DOOMED.

Next thing you know is you’re waiting for a stupid e-mail, or SMS, or a phone call, or a smoke sign from the bastard you’re in love with.

Next best thing is when you stop thinking about him and he surprises you with a sign of life. And when you stop running from him and start actually looking for him…

When you start making plans (most of the time unconsciously), start arranging the facts so that “coincidences” will happen “naturally”… When you start actually wishing to see him and get surprised to see him, he’s not the same.

Sometimes it takes time to figure he’s found a better girlfriend. Or “he’s just not that into you”. Sometimes all he wants is to feel like a fucking hunter slaughtering his prey.

With this “happy” background and an awkward peace of mind I didn’t think I have, I’ve just decided: I’m not gonna look for this one. I’m not gonna find him among my friends, neither by the name of his company, or will I “be around” the next time I know we’re in the same place.

I don’t want surprises. I don’t wanna see a Facebook page with “In a Relationship”.

Or pictures of the guy – who were flirting – hugging a blondie whose profile has a picture of them both.

Less, still.

I don’t wanna find out if we have the same taste in music, movies, books and videogames. I don’t wanna find out if he prefers Playstation or Xbox.

Less, still.

I don’t wanna feel like an idiot because of a guy who doesn’t feel like an idiot around me.

So nope.

I’m not gonna let “this one” happen.

End of confession. Go back to your lives, you people :P

I feel bad yet.

Não como carne na sexta-feira santa

Toda sexta é santa. E todo sábado, domingo, segunda etc…

Jesus não é o único que merece respeito. A “moça da limpeza” merece também. E o moço da feira, a moça da padaria, o moço que lava o seu carro, o que entrega a pizza, o que entrega o jornal de manhã etc…

 

A fé, ao contrário do que dizem, não move montanhas. Ela, na verdade, tem um papel maior que isso. Ela põe uma idéia fixa na nossa cabeça e nos faz acreditar nela com todas as nossas forças. O que ela move (e mobiliza) são as nossas forças. A energia que nos dá a vida. A fé move as pessoas em nome de uma causa maior e são pessoas com a mesma fé que movem céus, terras, montanhas, oceanos…

Não como carne na sexta-feira santa simplesmente porque não sou eu quem faz o almoço na minha casa, e a minha mãe (e tias, e avô e avós) é quem se importa com essas coisas. Qual a diferença de ficar mais um dia sem carne? Fico tantos outros dias sem isso, não é nenhum sacrifício.

Não vejo isso como desrespeito. Absolutamente! Significa apenas que eu escolho meios racionais – acho – para honrar o que essa mitologia católica representa nos valores que me educaram .

Respeito não passa de um exercício que quanto mais praticamos, mais facilmente conseguimos aplicar no dia-a-dia.

 

Sacrifício

A palavra sacrifício tem sido usada desde 1590 com o significado de “algo de que você desiste em nome de outra coisa”.

Para quem é carnívoro e gosta muito de comer carne, deve ser um sacrifício ficar sem ela. Mas em nome de quê? Eis a grande questão, o grande motivo da gente não ter trabalhado na sexta, razão que não deve sair na nossa mente nos outros 364 dias do ano.

(Desculpe, mas pagar caro num peixe ruim e salgado pra caramba não é sacrifício nenhum.)

 

A maioria das pessoas cumpre rituais dos quais não têm a menor noção do significado.

E isso é problema da maioria das pessoas. Só delas!

Ao menos para mim, o que mais importa é escolher do que vou abrir mão. E o porquê disso.

 

Não na sexta-feira santa. Não na Páscoa. Não no Natal. Nem em qualquer outra data católica, espírita ou budista que pede às pessoas para cumprirem determinados rituais.

 

Acho, na insignificância que me cabe no universo, que a gente é o que é. What you see is what you get. E somos quem somos todos os minutos do dia. Todos os dias do ano. Todos os anos da nossa vida insignificante.

 

E quem escolhemos ser acaba sendo o retrato exato do nosso significado neste século… Neste planeta, na nossa cultura, no bairro em que a gente mora.

 

Que me desculpem os católicos fervorosos, mas enquanto as pessoas continuarem ridicularizando umas às outras por questões sócio-culturais e continuarem sendo hipócritas, irônicas e maldosas com quem está abaixo de si, meu motivo de não comer carne da sexta santa continuará sendo preguiça, e não o “”"”pseudo-respeito”"”". Se alguém que está lendo isso precisa de um feriado pra respeitar pessoas, não é o meu caso.

 

Penso que a 6ª maior economia do mundo tem o 3° pior salário de professores do mundo, então TEORICAMENTE temos questões muito mais importantes com que nos preocuparmos do que uma tradição (ou falta de tradição) cultural religiosa. De UMA dentre tantas religiões que existem neste país laico.

 

A máxima de que religião não se discute continua valendo.

Não discuto religião com ninguém! Cada um escolhe em que acreditar.

O que eu discuto (ou tento discutir) é o discurso implícito em cada ato.

Por favor, comentem. Quero saber se sou a única que pensa assim.

 

~

Tenham uma Feliz Páscoa e uma ótima semana!

É impossível ser feliz sozinho.

É por isso que a sua tia tem 3 gatos.
Por isso aquele seu amigo ainda mora com a mãe.
Por isso eu não consigo ficar realmente puta da vida com meu irmão e é provavelmente por isso que a gente faz tantos planos durante a vida.
Se a gente parar pra pensar, pra quê você precisa de um carro do ano?
Pra quê, efetivamente???
Se eu disser que é pra você pegar mais mulher, você não vai poder me contestar.

 

Você também não precisa, efetivamente, namorar com aquele menino imaturo “que não te dá o valor que você merece, bla bla blaaa”, mas você ainda tá namorando e anda escrevendo coisas fofinhas no Mural dele, então eu não estou completamente errada.

 

Ninguém quer ficar sozinho, e é por isso que a gente se pega imaginando (involuntariamente. Ou não.) se o seu filho vai puxar os seus olhos verdes ou os olhos azuis daquele seu crush. E é por isso que nós escrevemos nos nossos diários os nossos nomes completos seguidos do sobrenome dele – aquele dos olhos azuis “da cooor do Rio São Francisco”.

 

Ninguém quer ficar sozinho, e é por isso que a gente coloca a nossa roupa mais bonita, com rímel e lápis no olho, pra beber num buteco no sábado à noite. Aliás, é exatamente por isso que a gente sai no sábado à noite.

 

Por isso que a gente tá sempre pegando ou querendo pegar alguém, e é por isso que a gente sempre fica com o celular na mão all the fucking time, esperando um SMS ou “que ele comente aquela indiretinha que eu mandei no Facebook”.

 

No fim das contas, o que mais importa na vida é ter alguém com quem assistir o Globo Repórter numa sexta à noite.

Sem maquiagem, sem o salto alto, sem aquele olhar de tigre selvagem procurando o próximo candidato na outra ponta do bar mas, principalmente, sem a menor vergonha de admitir que ficar em casa na sexta à noite pode ser tão incrível quanto a balada mais incrível de St. Tropez.

=)

Dangerous (poem)

It’s hard to pretend I don’t care
With you looking at me like that.
And when I just ask you to leave,
You smile your best smile instead.




It’s not like I want you away.
It’s just that beside you,
With no one around us,
It feels like I need you to stay.




It’s not that I don’t like you near
And don’t like your arms pulling closer
But sooner or later, I know it,
I’ll ask you to stay and you’ll leave.






So let go when there’s time.
I’m done with the poem, I think I’ll survive.

O Futebol Americano

Porque NFL também é Papo de Menina.

—-

Texto do Victor, nosso consultor senior de assuntos de marmanjos.

Especialmente pro Papo de Menina. Estamos com moral, hein, ladies?!

;)

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Um Pouco de História

O futebol americano surgiu e se desenvolveu dentro das universidades dos EUA durante a segunda metade do século XIX, como uma variação do rugby, que na época ainda era conhecido como rugby football, tanto é que de início o esporte foi chamado de american rugby football. Com o tempo e sua popularização, apenas o termo football sobreviveu.

E apesar da origem, hoje o rugby e o futebol americano têm pouquíssimas semelhanças. Nem a bola é a mesma, o formato é apenas parecido. Por isso, coisas como “futebol americano é um rugby com proteção” são (estúpida e) comumente ouvidas por aí.

(Nota da editora: Se você, assim como eu, nem sabe direito o que é rugby, fuck it. Não vamos explicar.)

Futebol americano é muito simples.

Parafraseando um gênio em sua magistral explicação sobre o pingue-pongue: “Ficam os dois times de cada lado, os dois jogam e ganha quem não perde!” QUICO, Frederico.

As Regras

O futebol americano (FA) é praticado num campo de grama (natural ou artificial) de 120 jardas de comprimento por 160 pés de largura (você rapidamente se acostumará com o maravilhoso mundo do sistema britânico de unidades). Isso dá algo em torno de 110 m X 50 m, ou seja, perto do tamanho de um campo de futebol. Em cada lado de campo existe uma endzone, que são zonas de pontuação com 10 jardas de comprimento. Na linha de fundo, no lugar do gol temos as famosas traves em formato de Y, que também são usadas para pontuar. Todo o campo é marcado com linhas contínuas de 5 em 5 jardas, para facilitar o acompanhamento do jogo e evitar aqueles efeitos computadorizados com a explicação do Neto ou do Galvão.

Uma partida de FA tem uma hora de duração, dividida em quatro períodos de 15 minutos. O cronômetro é regressivo e pode parar dependendo do que ocorre em campo. Isso acarreta num jogo com tempo total de umas 3 horas.

Sim, 3 horas! Prepare seu lugar favorito do sofá e abasteça seu estoque de cerveja.

Como se faz pontos nessa &%$&$?

O objetivo do jogo é marcar mais pontos que o adversário.

E você aí duvidando que a gente ia ser mais legal que a Wikipedia!

Existem basicamente duas maneiras de se pontuar no jogo: fazer um touchdownou um field goal.

touchdown (TD) acontece quando um time avança com a bola para dentro da endzone adversária. Apesar do nome, ele não precisa tocar ou atirar a bola no chão (eles só fazem isso pra comemorar, aparentemente é bem másculo). O TD vale 6 pontos e dá direito ao chamado ponto extra (extra point ou XP), que pode valer 1 ponto (se, por exemplo, o lindo do Brady chutar no meio daquela trave em Y) ou 2 pontos (se o time que marcou o TD entrar novamente com a bola na endzone).

A forma como o ponto extra vai ser convertido fica a critério do time que marcou o TD, sendo que a conversão de 2 pontos é tentada com menos frequência, já que é bem mais arriscada.

field goal (FG) ocorre quando a bola é chutada por entre as traves que estão no final da endzone durante o curso normal do jogo. Nesse caso, diferentemente do ponto extra, o lance vale 3 pontos.

A grande diferença do futebol americano para outros tipos de esporte (e provavelmente a maior causa de estranhamento inicial) é o fato do jogo não ser corrido, mas parar constantemente. Isso acontece pela dinâmica natural do jogo de conquista gradual de território.

O que ocorre é o seguinte: em cada jogada, apenas um time (o que tem a posse de bola) pode atacar e marcar pontos enquanto ao outro só cabe se defender. O time atacante tem 4 tentativas para avançar no mínimo 10 jardas. Se ele não conseguir, a posse de bola automaticamente será do outro time no mesmo ponto do campo, e agora o outro time tem 4 tentativas. Se conseguir avançar as 10 jardas, uma nova rodada de 4 tentativas é iniciada, e assim sucessivamente.

Ou seja, a ideia não é pegar a bola e avançar de uma vez até a endzone, mas pensar cada jogada separadamente, conquistando jarda por jarda. Essas tentativas são chamadas de downs (ou descidas), e são elas, junto com as jardas que faltam para alcançar um novo “first down”, que vão influenciar a escolha da jogada pelo time que ataca. Ao time que defende, cabe evitar que as 10 jardas sejam conquistadas para poder ter a posse de bola novamente e tentar pontuar.

NÃO É LINDO??? *-*

(Outra nota da editora: A coluna está nas mãos da pessoa certa!!!)

Ahem! Espero que agora vocês tenham entendido o porquê de tanta marcação no campo. As marcas facilitam aos juízes, jogadores, e até torcedores acompanharem o jogo e saberem quantas jardas foram conquistadas, perdidas, quantas jardas faltam, se foi ou não first down etc…

Então, quando você ouvir um narrador falando algo como “segunda para 6 jardas” e um pequeno “2nd & 6” na tela, próximo ao placar, você já sabe do que estão falando: o time está na segunda descida e, portanto, ainda tem mais 3 chances para conquistar as 6 jardas que faltam para obter uma nova primeira descida.

No futebol americano, cada time tem onze jogadores no campo. No entanto, como as substituições são ilimitadas e um time que ataca precisa de jogadores muito diferentes do que precisa um time que defende, na prática as equipes possuem na verdade dois times titulares, o de ataque e o de defesa. Há também times especiais para situações como a tentativa de field goal, com os chamados jogadores especialistas.

Quando as jogadas começam e terminam?

Uma jogada sempre se inicia no mesmo ponto em que a última jogada terminou. O time que ataca tem 40 segundos para iniciar a jogada e tem esse ponto para combinar o que vai fazer (aquela rodinha famosa, chamada huddle). Os times se posicionam, ficando cada um de um lado de uma linha imaginária, passando pelo ponto onde a bola está (chamada linha de scrimmage). A jogada se inicia com o snap: um dos jogadores (criativamente denominado de snapper) movimenta a bola (sempre para trás, normalmente por entre as pernas) passando-a a outro jogador do mesmo time. Não vou me alongar sobre os tipos de jogadas possíveis, pois elas são inúmeras e, para ser sincero, eu mesmo não sou nenhum especialista em táticas de futebol americano.

O Forward Pass

Ou passe pra frente.

No futebol americano, a bola pode ser passada livremente para trás, mas o passe pra frente pode ser feito só uma vez em cada jogada, e atrás da linha de scrimmage. O jogador que faz esse passe é o quarterback (QB), normalmente chamado de zagueiro (ou capitão, nas dublagens toscas dos seriados e filmes). Ele é o principal jogador do time, não só porque faz o passe pra frente (que é um fundamento dificílimo), mas também porque ele é quem dá instruções aos outros jogadores para cada jogada. (Ele também namora uma cheerleader  loira e gostosa.)

A jogada termina em três situações:

1. Quando a bola sai do campo,

2. Quando um jogador é derrubado ou “tackleado” – forçado por outro jogador de forma que qualquer parte do seu corpo que não sejam suas mãos ou seus pés toque o chão. Nem tudo é permitido, há várias regras definem tackle legal; ou

3. Quando há um “passe incompleto”.

Nos dois primeiros casos, o ponto onde a bola estava no fim da jogada determina de onde o time com posse de bola sairá na próxima jogada. No caso do passe incompleto, que ocorre quando um passe pra frente feito pelo QB toca o chão ou sai de campo antes de ser dominado por qualquer jogador, a próxima jogada é iniciada no mesmo ponto que a anterior.

“Tá, mas… Eles não chutam a bola? O nome disso não é football??”

Há 3 momentos em que se costuma chutar a bola: o kick-off (ou ponta-pé inicial), a tentativa de field goal e o punt. O kick-off é feito sempre da linha de 30 jardas do campo de defesa do time que chuta e a bola é chutada a partir do chão, com a ajuda de um suporte (o tee). Isso acontece sempre no início do primeiro e terceiro quartos ou após a marcação de um TD ou FG.

Os field goals punts costumam acontecer nas quartas descidas. Após a quarta descida, se um time não conquistar as jardas que faltam para conquistar um first down, ele perde a posse de bola naquele ponto. Se estiver numa posição perto o suficiente das traves adversárias, o time atacante tentará o field goal (que nesse caso valerá 3 pontos). Normalmente isso acontece a partir da linha de 40 jardas do campo de ataque. Caso o time não tenha avançado o suficiente, ele vai abdicar de tentar pontuar e apenas garantir que o outro time não inicie sua campanha de ataque numa posição privilegiada, usando o punt: a bola é chutada, nesse caso segura pelas mãos, em direção ao campo de defesa do outro time, obrigando a equipe que recebe a bola a começar o seu ataque de uma posição mais recuada.

Faltas

Sim, elas existem! Esse jogo não é uma pancadaria (totalmente) sem sentido.

Na verdade há MUITAS faltas, mas não vou me alongar nesse assunto, vocês estão quase dormindo, suas deabas!

Quando for assistir a um jogo, apenas aceite que elas existem e que a forma de penalizar as equipes é a perda de jardas (o time que está atacando recua ou avança no campo caso a falta seja respectivamente dele ou do time defensor). Aos poucos você aprende o que é e o que não é falta e vai conseguir entender e até questionar as marcações.

(Última Nota da Editora: Acho que não vamos entender porra nenhuma, mas é diversão garantida ver marmanjo brigando  ♥)

Quando aparecr um “FLAG” na tela durante a transmissão de TV, aguarde pelo anúncio da falta antes de sair comemorando alguma jogada, ela pode ser completamente anulada.

Há vários juízes em campo, o de boné branco é o principal. Os juízes auxiliares apontam as faltas jogando um lenço amarelo em campo. Ao final da jogada, os juízes se comunicam e o principal diz qual foi a falta, quem fez e qual será a penalidade. Ele diz para todo o estádio pelo microfone que tem com ele, ligado ao sistema de som do estádio. NÃO É LEGAL???

Afiadas para o Super Bowl amanhã?

Se não estiverem, tudo bem.

Tem show da Madonna no meio do jogo!!!!!

 

 

Super Bowl – O que é e o que você precisa saber

Super Bowl também é Papo de Menina.

Afinal é a data do ano em que os melhores partidos da c idade estarão no O’Malley’s!!

BRINKS! Somos melhores que isso ;)

Curiosidades

Sabiam que nos Estados Unidos esse é o segundo maior evento do ano, perdendo apenas para o Thanksgiving Day?

É segunda data com maior faturamento em venda de comida. Imaginem quantos milhões de dólares em Ruffles, Pringles, Pepsi, Coca, Heineken e Budweiser…

Deve ser por isso que cada cota de patrocínio – que vale um comercial de 30 segundos durante o jogo – custa US$ 3,5 fucking milhões.

Mas vamos lá.

Super Bowl for dummies

É tipo a Final da Copa do Mundo pros americanos. Mas de futebol americano. Duh

Só!

Quem joga?

Nesse 05 de fevereiro, disputam a final da NFL (National Football League) o New England Patriots (time do Tom Brady ♥) e o New York Giants (vocês ouvirão apenas Giants e Patriots).

Será em Indianápolis, mesma cidade em que ocorre a Formula 1.

Número de Vitórias dos dois times

Quanto às regras do jogo, don’t worry. Milhares de caras estarão lá berrando se foi ou não foi falta, se já pode ou não gritar “Touch Doooown!!! “, e o narrador é quase tão engraçado quanto o Galvão Bueno.
(E além disso, no próximo post explicarei as regras da NFL pra vocês…)
Vejam que as disputas estão empatadas entre os Patriots e os Giants.

Na final de 2008, os Giants levaram a taça em cima dos PATRIOTS! 2012 com gosto de revanche. Será?

Coisas que você não vê na final do Brasileirão

A parte divertida, além do próprio jogo, é a pausa entre o 2º e 3º tempos.

O futebol americano tem 4 tempos, e não 2.

Halftime show

~As mina pira~ com o show de um artista foda.

Já cantaram nesse evento, só para citar alguns artistas:

U2, Rolling Stones, Michael Jackson, Ella Fitzgerald, New Kids on the Block, Phil Collins, Paul McCartney, Bruce Springtensen, Prince… ai, ai!

O Super Bowl do ano passado teve Black Eyed Paes. O Slash tocou uma pra Fergie (ui!), e o Usher também apareceu pra dar uma reboladinha…

Nesse ano teremos a MADONNA.

Os meninos vão achar ridículo, mas é a vida. Aposto que será incrível!

É. A. MADONNA!

E homem não tem que gostar de Madonna, só de futebol :P porfa!  O hino nacional americano também é cantado por uma celebridade.Não só no Super Bowl, mas em outros jogos do campeonato também.É super solene, todo mundo tem o maior respeito, bla bla bla… Já imaginaram o Luan Santana cantando o hino do Brasil na final do Brasileirão de Palmeiras e Corinthians?Viiiiish  Já passaram pelo hino do Super Bowl:Beyoncé, Kelly Clarkson, Destiny’s Child, Christina Aguilera, Cher, Backstreet Boys, Mariah Carey, Aretha Franklin, Jordin Sparks, Natalie Cole… Menção honrosa à Whitney Houston, que fez playback. Faaaaaail!  Em 2012 veremos a Kelly Clarkson (de novo!) cantando o Star Sprangled Banner .

Algumas semanas atrás, quem cantou na AFC, American Football Conference, foi o Steven Tyler.
Cá entre nós, ele bem que poderia repetir a dose!

- Então cervejas a postos, chamem seus amigos, mandem as crianças para a casa da vó e aproveitem a americanisse da moda no seu pub preferido!